ROCHA AZEVEDO DEFENDE NORMAS MAIS VIGOROSAS

O presidente da Bolsa de Valores de São Paulo, Eduardo da Rocha Azevedo, disse que "a regulamentação do processo de privatização é evasiva quando considera a participação dos empregados no capital das empresas". Para ele, a regulamentação da privatização no Brasil "é tímida e limitada, pois considera que o programa para ser executado com seriedade não objetiva a simples venda do patrimônio público para o setor privado". "Se a privatização for apenas isso ela não se justifica". Ele reconhece que existem resistências culturais e políticas ao programa. O presidente da BOVESPA acha que o governo deve associar o projeto de privatização a uma política ampla de abertura de capital buscando pulverizar a propriedade promovendo a redistribuição de renda (informativo Ação/Codimec).