O governo federal já definiu a lista de incentivos fiscais que serão suspensos pelo período de dois anos possibilitando um aumento de receita de US$1,36 bilhão, o equivalente a 0,42% do Produto Interno Bruto (PIB). Desse total, pouco mais da metade (0,23% do PIB) corresponde a incentivos concedidos na cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), outros 0,13% através do Imposto de Renda Pessoa Jurídica e 0,06% via Imposto de Importação. De acordo com a proposta, que será levada a empresários e trabalhadores, o limite de dedução do imposto de renda cobrado das empresas no item de benefícios para os trabalhadores deve cair de 8% para 5%. As microempresas, hoje isentas de impostos, não serão mais as que faturarem até 10.000 OTNs por ano, mas as que tiverem receita de até 5.000 OTNs. Também acabam quase todos os incentivos criados pela nova política industrial (JB).