O ministro das Relações Exteriores, Abreu Sobré, negou ontem que a prisão do banqueiro libanês Wajdi Antoine Mouwad, tivesse ocorrido devido a um equívoco do Itamaraty. Esta foi a reação de Sodré diante das declarações do advogado do banqueiro libanês, o deputado federal Samir Achôa (PMDB), que atribuiu a prisão administrativa de seu cliente à irresponsabilidade de um funcionário do Itamaraty, o qual comunicou o
1814 novo pedido de extradição do Líbano ao Ministério da Justiça sem antes
1814 tomar as devidas cautelas. O banqueiro libanês foi preso anteontem em São Paulo por agentes da Polícia Federal, em cumprimento a uma determinação do ministro da Justiça, Paulo Brossard (FSP).