A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) foi abraçada ontem por 12 mil pessoas que apóiam a greve dos metalúrgicos da empresa, iniciada há 16 dias. Os manifestantes protestaram contra o Exército por haver matado, há duas semanas, três operários da Siderúrgica, e contra o governo, que pretende privatizar a CSN. O presidente da empresa, Juvenal Osório, disse ontem que a CSN ficará inadministrável após a greve. Ontem em Brasília o ministro da Indústria e Comércio, Roberto Cardoso Alves, manifestou o propósito de defender para os metalúrgicos os mesmos 15% concedidos aos petroleiros (O Dia).