O ministro da Fazenda, Dilson Funaro, afirmou que o Brasil "não está interessado em capitalizar os juros de sua dívida externa, porque isso significaria aumentar a dívida e correr o risco de, no futuro, ter de colocar o país novamente em um processo recessivo para fazer o ajuste de suas contas". Segundo ele, "o plano de estabilização facilita as negociações com os bancos credores, na medida em que a economia está estável, as contas públicas sob controle, garantindo-se, assim, as condições para a manutenção do crescimento da economia. Dentro desse quadro, o Brasil quer negociar com os banqueiros a redução do serviço de sua dívida" (O Globo).