Os trabalhadores da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em escala especial, conseguiram manter em operação o alto-forno 1 da empresa, que estava sob ameaça de paralisação até 1990. Mais de 80 operários trabalharam 36 horas, em turnos de até 11 horas, para evitar que o forno tivesse de sofrer uma reforma que custaria Cz$38 bilhões (O Globo).