A Igreja Católica deve concentrar esforços no recrutamento de crianças e adolescentes para os seus seminários-- onde são formados os futuros padres-- "enquanto as suas mentes ainda estão abertas, educáveis, intelectualmente alertas e vivas". A recomendação consta em um documento interno da Congregação Vaticana para a Educação Católica, enviado recentemente aos superiores de ordens religiosas, e às pastorais vocacionais da Igreja em todo o mundo. O Vaticano está, também, muito preocupado com a matrícula dos seminaristas em cursos de filosofia e teologia em universidades "nas quais não se distinguem de outros estudantes". Nesse sentido, nem as próprias universidades católicas escapam da recomendação da Cúria Romana. Em vários países do mundo, em particular no Brasil e nos EUA, avança a tendência, entre os bispos, de retirar os seminaristas das PUCs e de outras escolas leigas, promovendo seu retorno aos seminários, em regime de internato ou semi-internato (FSP).