O presidente da Associação Brasileira da Indústria Petroquímica (ABIQUIM), Michel Hartveld, defendeu ontem a implantação de um mercado comum latino-americano para o setor, possibilitando aos países-membros, a compra e venda de produtos entre si, com a consequente diminuição de custos e economia de divisas. Hartveld disse ainda que o primeiro passo para tal é a disposição de Brasil e Argentina em evitar a duplicação da instalação de unidades industriais de química ou petroquímica (JC).