Dirigentes de empresários, trabalhadores e representantes do governo no Pacto Social concordaram ontem com a edição de listas de preços básicos (alimentação e higiene) diferenciadas para cada capital do país, em vigor a partir de 3 de novembro passado, sobre os quais não poderá incidir aumento superior a 26,5% até 3 de dezembro próximo. Cerca de 94 produtos, englobando 250 itens, compõem as listas, que serão fixadas nos estabelecimentos comerciais para um acompanhamento da população. O problema básico encontrado era a profunda dispersão dos preços hoje praticados no varejo. O consenso na definição dos preços das listas básicas acabou acontecendo em torno do preço modal, que significa o preço mais frequente entre os pesquisados para um mesmo produto em vários estabelecimentos. Adotou como base de pesquisa o trabalho desenvolvido rotineiramente pela Secretaria Especial de Administração de Preços (SEAP), que, através do CIP e da SUNAB, fazem este acompanhamento de forma constante e sistemática (GM).