TRIBUNAL MANDA PRENDER OS ACUSADOS NO CASO DO BASA

A 4a. Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, presidida pelo desembargador Miranda Rosa, reestabeleceu ontem as prisões preventivas de seis dos sete envolvidos em fraudes do Banco da Amazônia S/A, que totalizaram um "rombo" de cerca de US$50 milhões para a instituição. Entre novembro de 1986 e dezembro de 1987, ex-diretores do BASA e donos de firmas "fantasmas" efetuaram 600 operações financeiras irregulares de crédito e negociação de títulos. Entre os indiciados, o único que não será preso é o ex-funcionário do Banco da Amazônia, William Blanco Abrunhosa Trindade, o compositor "Billy Blanco", que encaminhava clientes interessados em financiamento ao banco e recebia comissões (JB).