Se os servidores públicos não retornarem ao trabalho até às 15 horas de hoje, o governo não pagará os benefícios amunciados na semana passada, ou seja, o pagamento da URP congelada de maio (16,19%) mais um abono de Cz$25 mil. Os funcionários condicionaram o fim da paralisação à suspensão das punições, mas o ministro da Administração, Aluízio Alves, observou que "o direito de greve no serviço público só entrará em vigor com lei complementar" (JC).