O diretor da PETROBRÁS, Carlos Santanna, acha que até o fim do ano o governo terá que rever o PROÁLCOOL por causa do aumento do consumo do álcool, que custa US$45 o barril, e a redução do consumo da gasolina, que custa US$12 o barril. Com a atual estrutura de preços dos combustíveis a gasolina aumentará, mesmo que o preço do petróleo continue caindo, para acompanhar a elevação do álcool. As fábricas de automóveis, que produzem 90% de carros a álcool e 10% a gasolina, estão preparadas para inverter esta situação (JB).