O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Marcelo Pimentel, rebateu ontem as críticas feitas pelo ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, ao reajuste salarial concedido aos bancários do Banco do Brasil. Pimentel disse que o TST votou consciente de que não poderia favorecer a política econômica en detrimento dos interesses dos empregados, que perderam 26,06% em 1987, com o Plano Bresser. O presidente do BB, Mário Berard, calculou em 80% o aumento dos gastos com a folha de pagamentos da instituição. Dirigentes sindicais da CEF, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia e Banco Nacional de Crédito Cooperativo esperam conquistar os mesmos benefícios que seus colegas do BB (O Globo).