O Brasil entrará com US$45 milhões dos US$150 milhões do projeto do satélite sino-brasileiro de sensoriamento remoto, mas a participação brasileira na utilização das imagens, quando o artefato estiver funcionando, será de 50%. Quatro pesquisadores chineses chegaram esta semana ao INPE (Instituto de Pesquisas Espaciais), em São José dos Campos (SP), onde passarão três semanas acertando os detalhes do projeto. Desde o último dia 10, uma equipe do INPE está na China discutindo o sistema de aplicação do satélite para a pesquisa dos recursos naturais. O satélite sino-brasileiro está com o lançamento previsto para dezembro de 1992 (JB).