O empresariado nacional concluiu ontem, em reunião extraordinária na Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB), no Rio de Janeiro, que a nova Constituição é inflacionária, e decidiu que todos os custos dos benefícios sociais aos trabalhadores previstos no texto serão repassados aos preços dos produtos. "O povo é que vai pagar", disse o presidente da Associação Comercial do Rio Grande do Sul, César Rogério Valente (FSP).