A ABI (Associação Brasileira de Imprensa), a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), a SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), o IBASE (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas), a Fundação Ford e outras entidades lideradas pela AJUP (Associação Jurídica Popular) entrarão, nos próximos dias, com um processo contra o Projeto Carajás (PA). A alegação é que uma região de 250 mil quilômetros quadrados (10% da mata amazônica atual), ao longo da Estrada de Ferro Carajás, poderá dentro de sete anos perder toda a floresta, após a instalação das 26 usinas siderúrgicas movidas a carvão vegetal que estão previstas. Essas usinas consumirão 103 milhões de metros quadrados de carvão vegetal até 1991, com devastação de 300 mil hectares por ano (JB).