Os colhedores de laranja de três bases sindicais de São Paulo-- Taquaritinga, Araras e Itápolis-- firmaram um contrato coletivo de trabalho que lhes garante um total de Cz$18,80 por caixa colhida do produto. Os carregadores de caixa e os fiscais perceberão Cz$2,20 por caixa de 40,8 quilos. Os trabalhadores rurais têm data-base em 1o. de julho e o acordo foi firmado com as empreiteiras de mão-de-obra que atuam nas respectivas regiões sindicais. O acordo também garante uma diária mínima de Cz$824,66 para três situações (nas quais não é considerado o preço por produção): nas colheitas destinadas à exportação e ao mercado interno para consumo In natura" e nos pomares onde é impossível estabelecer uma remuneração por produção (GM).