As universidades particulares do Município do Rio de Janeiro paralisaram ontem suas atividades por 24 horas reivindicando o cumprimento do acordo patronal de abril último, que prevê reajuste trimestrais baseados na diferença do IPC (Índice de Preços ao Consumidor) e da URP (Unidade de Referência de Preços), além do pagamento mensal das unidades de referência. Segundo o sindicato da categoria, caso os patrões não paguem os 17,68%, equivalentes a URP de julho, os professores (seis mil em 68 universidades) poderão parar por tempo indeterminado a partir de primeiro de outubro (JB).