O Hospital Gaffrée e Guinle da Universidade do Rio de Janeiro (UNI-Rio), pioneiro no tratamento de AIDS (Síndrome de Imunodeficiência Adquirida) no estado, corre o risco de parar de atender aidéticos, por falta de recursos. O reitor da UNI-Rio, Osmar Teixeira da Costa, está requisitando ao Ministério da Saúde uma suplementação orçamentária, pois já acabou a verba de Cz$40 milhões destinada ao tratamento de aidéticos que foi recebida em dezembro do ano passado. Atualmente há 40 pacientes de AIDS internados no Hospital, que atende mais 300 aidéticos em ambulatório. Cada internado custa, em média, Cz$150 mil por dia, dos quais apenas Cz$2,5 mil são cobertos pelo INAMPS (Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social) (O Globo).