Apesar de não terem chegado a um entendimento com relação aos itens salariais-- que voltarão a ser discutidos após o dia cinco de outubro--, direção e funcionários da PETROBRÁS conseguiram ontem, em audiência no TST (Tribunal Superior do Trabalho), acordar algumas cláusulas que possibilitaram a suspensão da greve geral que seria iniciada pela categoria à zero hora de hoje. Para evitar a realização do movimento, a PETROBRÁS se comprometeu a reintegrar imediatamente aos seus quadros os funcionários punidos e a anular as quase 800 punições ocorridas no último movimento grevista, além de acordar com a categoria cerca de 800 cláusulas que já constavam do acordo coletivo assinado no ano passado entre as partes, e que trazem vantagens econômico-sociais aos funcionários da empresa (GM).