O programa de AIDS (Síndrome de Imunodeficiência Adquirida) do Ministério da Saúde poderá ser prejudicado caso o governo não reveja o corte de Cz$900 milhões em seu orçamento promovido pela "operação desmonte" da área econômica. O programa solicitou Cz$3 bilhões e só receberá Cz$2,1 bilhões. A diretora da Divisão Nacional de AIDS, Lair Guerra de Macedo, elaborou uma exposição de motivos para enviar ao Ministério do Planejamento solicitando a reversão da medida. No mesmo documento, ela pede mais Cz$600 milhões para a compra de medicamentos específicos, necessários para o tratamento de 1.937 pacientes até dezembro deste ano, e mais Cz$918 milhões para a aquisição de testes de diagnósticos (FSP).