ALAT QUER INCREMENTAR NEGÓCIOS ENTRE LATINO-AMERICANOS

Elevar o volume de negócios entre os países latino-americanos em níveis superiores aos registrados em 1981 (US$13 bilhões), nos próximos três anos, é a principal meta da recém-criada Associação Latino-Americana de Traders (ALAT) que, ontem, encerrou sua reunião plenária no Rio de Janeiro. A integração entre os mercados latino-americanos, segundo Guillermo Ronderos, presidente do "World Trade Center" do Panamá, será feita em quatro etapas, sendo que a mais importante é o intercâmbio de informações, através da ligação por computador de todos os "World Trade Centers" do continente. O exportador destaca também a necessidade de se encontrar soluções para os problemas de financiamento do comércio, já que todos os países amargam pesadas dívidas. A diretoria da ALAT ficou assim constituída: presidente, Paulo Manoel Protássio, do Brasil; 1o. vice, Gustavo Lopes, da Venezuela; 2o. vice, Jorge Sienra, do Uruguai; e 3o. vice, Nancy Cely, do Equador (JB).