Em Criciúma (SC), permanecem em greve 2.200, dos 2.600, mineiros da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) na cidade. Os trabalhadores, paralisados desde o último dia quatro, reivindicam o pagamento das URPs (Unidades de Referência de Preços) de abril, maio e junho; equiparação salarial com as empresas privadas da região e eliminação dos erros feitos no enquadramento dos trabalhadores quando a empresa (ex-Carbonífera Próspera) foi absorvida pela CSN (FSP).