Ao contrário do texto aprovado pelo Congresso Constituinte, que prevê tratamento preferencial das compras do Poder Público às empresas brasileiras de capital nacional, a regulamentação da política industrial, encaminhada ontem aos Ministérios, estabelece prioridade a todos os bens e serviços produzidos no país, inclusive por empresas multinacionais. Segundo o coordenador do grupo de trabalho que elaborou a regulamentação, Aloísio Ferreira Filho, "o governo deverá encontrar formas para compatibilizar a questão" (O Globo).