Os governos estaduais e municipais terão uma despesa adicional de Cz$79,78 bilhões, a partir do ano que vem, se desejarem prosseguir executando os projetos regionais, urbanos e rurais, financiados pelo BIRD (Banco Mundial) e pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), que, em seus contratos, exigem que o governo do país que contrata esses empréstimos faça uma contrapartida, em moeda nacional, que varia de uns 20% a 50% do valor total do projeto a ser financiado. Até agora o governo federal vinha bancando tais contrapartidas, mas com o Orçamento Geral da União (OGU) para 1989, que prevê gastar Cz$33,2 bilhões com esse tipo de financiamento, o restante terá de ser coberto pelos estados e municípios que quiserem manter as obras financiadas por aquelas instituições de crédito (GM).