O presidente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Mário Amato, disse ontem, em Brasília, que a inclusão do direito de greve para todos os setores sociais no texto da nova Constituição tem de ser visto como "fato consumado". "Confiamos aos homens que integram a Assembléia Nacional Constituinte a missão de elaborar a nova Carta do país e, por isso, não temos do que reclamar", afirmou ele. O presidente da FIESP acha, no entanto, que a decisão "veio carregada de tom populista, motivado pelo clima das eleições municipais" (JC).