O ministro da Indústria e Comércio, José Hugo Castelo Branco, afirmou que uma das principais decisões já tomadas pelo governo federal em relação ao PROÁLCOOL é uma "parada" para analisar seu desempenho e quais os rumos que o programa deverá seguir agora, depois da reforma econômica. Ele disse que essa "parada" no PROÁLCOOL implica a não aprovação de projetos para implantação de novas destilarias no país, ou mesmo de ampliação da capacidade de produção das já existentes. Castelo Branco afastou a hipótese de que o atual diferencial de preço entre o álcool e a gasolina (35%) possa ser alterado, pois, segundo ele, o consumidor de álcool hidratado não pode ser prejudicado, "já que foi induzido pelo governo a comprar carro a álcool" (FSP).