O ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, considera ineficaz a adoção de um redutor para reajustes de preços e salários. A medida, segundo Maílson, além de gerar distorções, teria efeitos limitados a no máximo quatro meses. A seguir, a inflação voltaria a subir. Já o ministro do Planejamento, João Batista de Abreu, acha o redutor "uma boa idéia", embora acredite que o momento não é adequado para o seu emprego. Abreu defende previamente o aperto das políticas fiscal e monetária e o controle do déficit público (O Globo).