Brasil e Colômbia reafirmaram, ontem, após reunião conjunta do presidente do Instituto Brasileiro do Café (IBC), Jório Dauster, e do gerente-geral da Federação Nacional dos Cafeicultores da Colômbia, Jorge Cardenas, a posição de manterem-se no Acordo Internacional de Café. Isto porque ambos os dirigentes consideraram fundamental "um instrumento de ordenamento do mercado". Para as duas autoridades cafeeiras a forte queda das cotações do produto registrada nos últimos dias deveu-se, basicamente, aos "movimentos especulativos" registrado em outros mercados de "commodities" (JC).