Os representantes dos principais fundos de conversão (Banco Francês e Brasileiro, Citicorp, Bozano, Simonsen, entre outros), propuseram formalmente à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) a mudança das regras do jogo para esse tipo de mecanismo de conversão da dívida externa em investimento de risco. O problema é que do total de US$575,7 milhões convertidos nos quatros leilões realizado no primeiro semestre deste ano nas Bolsas de Valores, os fundos de conversão só participaram com US$7,3 milhões, ou seja, menos de 1,2% sobre o valor global arrematado. Os representantes dos fundos de conversão defendem duas propostas: que as conversões específicas para os fundos possam ser feitas pelo valor de face, isto é, sem taxa de deságio; e que o Banco Central concorde que seja extinto o prazo mínimo de cinco anos que os investidores estrangeiros têm de manter em suas carteiras os certificados de registro sem poder negociar no mercado internacional (O Globo).