O presidente do Banco do Brasil, Mário Berard, fez ontem um apelo para que os 135 mil funcionários não acatem o indicativo de greve por 48 horas que as lideranças sindicais proporão hoje em assembléias a serem realizadas em todo o país, e ameaçou punir, inclusive com demissão, os que aderirem ao movimento, cujo início está previsto para amanhã. A decisão do BB é de somente pagar as URPs de abril e maio, congeladas pelo governo, se o Supremo Tribunal Federal julgar que o Decreto-Lei 2.425 é inconstitucional (JC).