O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou ontem a taxa média de desemprego aberto em maio, de 4,04%, que significa queda de quase 1% em relação ao mês anterior, quando a taxa ficou em 4,08%. Esse número significa que, dos 16,3 milhões de pessoas economicamente ativas existentes nas regiões metropolitanas pesquisadas, 658,3 mil estavam procurando emprego no mês de maio, 2,5 mil a menos que em abril, quando havia 16,2 milhões de pessoas economicamente ativas nessas regiões. Os dados do IBGE foram coletados no Recife (PE), que mantém o maior índice, de 5,06%; Salvador (BA), com 4,82%; Belo Horizonte (MG), com 4,64%; Rio de Janeiro (capital), com 3,19%; São Paulo (capital), com 4,35%; e Porto Alegre (RS), com 3,66%. Nas regiões pesquisadas verificou-se um crescimento de 97,8 mil pessoas na população economicamente ativa, devido, principalmente, à criação de 99 mil postos de trabalho, resultado do desempenho do setor de serviços, onde surgiram 110 mil ocupações. A proporção de trabalhadores que receberam até o piso nacional de salários (Cz$12,4 mil), ou não foram remunerados, em relação ao total de pessoas ocupadas, apresentou queda de abril (16,85%) para maio (15,20%) (GM) (O Globo).