Pela segunda vez em menos de quatro meses, uma chácara de 4,2 mil metros quadrados, a cerca de 40 quilômetros do centro de São Paulo e que estava sendo preparada para ser a primeira comunidade rural para aidéticos abandonados pela família, foi depredada e parte de seus imóveis, portas e janelas roubados. Um dos coordenadores do projeto, João Carlos Vidinha, atribuiu a destruição aos vizinhos que resistem à idéia de ter uma clínica para tratamento de pacientes de AIDS (Síndrome de Imunodeficiência Adquirida) nas proximidades. Situada em Capela do Socorro, no extremo Sul de São Paulo, a chácara foi doada pela Associação Evangélica de Apoio e Solidariedade ao Aidético e seus Familiares, formada por quatro entidades evangélicas do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais (O Globo).