O diretor do Hospital Graffée Guinle, Sérgio Magarão, disse ontem que não pretende abrir sindicância interna para apurar a acusação contra o médico Eduardo Henrique da Silva Freitas de recusa de atendimento ao menor José Ribeiro Alves Neto, de três anos, aidético. O menino morreu no Hospital Evangelista, depois de ter sua entrada no Graffée Guinle recusada pelo médico. O diretor do hospital disse que "o Graffée sempre brigou para tratar AIDS e não admito que se diga que omitimos tratamento a um aidético". Ele disse que a criança recebeu atendimento, citando a ocorrência do caso como prova (JB).