O presidente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Mário Amato, divulgou ontem nota oficial condenando a informação de que algumas empresas multinacionais lançariam uma campanha para interferir na votação do segundo turno do Congresso Constituinte. "É uma mentira, um engodo, um golpe sujo", disse ele. Segundo o presidente da FIESP, a legislação norte-americana não permite que se gaste "um níquel" para interferir no trabalho do Congresso Constituinte. "Agora, o constituinte vai ficar com medo de votar e todo mundo vai dizer que ele foi subornado". Segundo a nota, a FIESP duvida que a informação seja verdadeira, "porque não há como admitir uma atitude imoral como essa por parte de um segmento importante da nossa economia" (FSP).