Se depender do Crédit Lyonnais, credor de cerca de 1% da dívida externa brasileira (US$1,28 bilhão), o Brasil não conseguirá tão cedo captar dinheiro novo para investimentos no mercado financeiro internacional. No máximo, o banco francês está disposto a fazer conversões de dívidas para investimentos no setor industrial e para exportações de produtos não tradicionais para a Europa e EUA. A informação foi transmitida ontem, no Rio de Janeiro, pelo presidente do banco francês, Jean-Maxime Léveque (FSP).