O receio de que a tramitação da revisão orçamentária no Congresso Nacional fosse lenta-- impossibilitando a liberação de recursos para diversos ministérios, que já estão com suas dotações orçamentárias praticamente esgotadas-- foi a principal motivação do governo para baixar mais um decreto-lei, desta vez destinado a suplementar em Cz$3,739 bilhões o Orçamento Geral da União, que sempre dependeu de apreciação e autorização prévia do Legislativo. A justificativa é do próprio ministro do Planejamento, João Batista de Abreu, principal responsável pela revisão orçamentária, que entra em vigor hoje, com a publicação do decreto-lei no "Diário Oficial" da União (JB).