O acordo entre São Paulo e o governo federal, para equacionar o pagamento de 25% da dívida externa do estado em 1988, poderá ter duas consequências: demissões e uma revisão do programa de investimentos. Essas hipóteses foram admitidas pelo secretário de Planejamento de São Paulo, Frederico Mazzuchelli, que, no entanto, evitou fazer qualquer análise sobre os detalhes do acordo definido entre o governador Orestes Quércia e o presidente José Sarney, no último dia 24, em Brasília (JB).