A indústria automobilística não terá problemas para atender ao aumento
15877 da procura por carros a gasolina, esperado agora que a diferença de preço entre gasolina e álcool caiu de 35% para 31%. A avaliação foi feita ontem, em São Paulo, pelo presidente da Autolatina ("holding" Ford/Volkswagen), Wolfgang Sauer. Ele prevê um aumento na produção de carros a gasolina, até "por um efeito psicológico". Para o presidente da ANFAVEA (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), André Beer, as vendas de veículos a gasolina, que representam hoje apenas 10% do total produzido para o mercado interno, "devem chegar a 30% ou, no máximo, 40%" (O Globo).