A partir do próximo dia 1o. de julho, quando vigorarem as novas e mais reduzidas alíquotas de importação, o governo deveria suspender por um prazo de 90 a 120 dias a concessão de licenças para novas importações de alguns setores industriais em particular. O objetivo seria evitar a concorrência desleal: aqueles que poderiam imediatamente baixar os preços finais de seus produtos, beneficiando-se das novas alíquotas, teriam de aguardar a desova dos estoques de seus concorrentes que ainda importam com as atuais alíquotas, mais altas. A proposta é do presidente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Mário Amato. Ele anunciou que irá formula-la à CACEX (Carteira de Comércio Exterior do Banco do Brasil) (FSP).