PNBE DECIDE AMPLIAR SUA BASE DE PARTICIPAÇÃO

O Pensamento Nacional das Bases Empresariais (PNBE) deu início, há quatro semanas, a um processo de rearticulação. Os coordenadores do movimento decidiram abrir o grupo à participação de mais empresários. "A intenção é abrir diálogo com empresários modernos e inteligentes", afirmou Paulo Butori, um dos coordenadores da entidade e presidente da ABIFA (Associação Brasileira da Indústria de Fundição). Segundo ele, esse contado com novos empresários poderá levar à articulação de uma entidade mais ampla, de caráter nacional, com possibilidades de agregar empresários de outras áreas, além de indústrias. O PNBE surgiu em junho do ano passado-- com apoio de quatro mil empresários e 117 entidades-- com cinco princípios básicos: apoio à livre iniciativa; necessidade de uma política econômica consistente no curto, médio e longo prazos; redução do papel do Estado na economia; redução do déficit público através de medidas urgentes; e o estabelecimento de uma Constituição livre e soberana. Hoje, compõem a liderança do movimento os seguintes empresários: Paulo Butori (ABIFA); Luiz Carlos Delben Leite, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria de Máquinas (SINDIMAQ); Bruno Nardini, vice-presidente do SINDIMAQ; Joseph Couri, diretor-presidente do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP Zona Sul); Fábio Starecce da Fonseca, diretor do CIESP de Osasco; Cássio Vechiatti, vice-presidente da ABIFA; Obed Grajew, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Brinquedos (ABRINQ); Salo Seibil, diretor-presidente da Brasimet; e Emerson Kapaz, presidente do Sindicato da Indústria de Brinquedos (GM).