A liberação de mercadorias estrangeiras até agora proibidas de entrar no
15466 país, como é o caso de automóveis, será feita de forma a não
15466 prejudicar a indústria nacional. A garantia é do diretor da CACEX (Carteira de Comércio Exterior do Banco do Brasil), Namir Salek, e foi dada ontem, em São Paulo, a emrpesários reunidos na FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Segundo ele, apenas os carros de luxo, cujos preços, excluído o frete e ainda não incluídos impostos e taxas, sejam superiores a US$30 mil terão alíquotas de importação reduzidas. Os demais, com preço inferior, continuarão sujeitos a alíquotas elevadas, o que, "na prática, acaba por funcionar como uma proibição à importação" (JB).