Em correspondência enviada aos Ministérios da Fazenda, Indústria e Comércio, Gabinete Civil e ao general Ivan de Souza Mendes (SNI), o presidente do CEBRAE (Centro Brasileiro de Apoio à Pequena e Média Empresa), Paulo Lustosa, defendeu a conveniência de se conceder um novo prazo de carência para os pequenos empresários endividados. Paulo Lustosa sugere mais seis meses além do já estabelecido pelas Resoluções 1.335 e 1.337. Como consequência, o prazo máximo de cada operação passará a ser de 42 meses, reajustando-se o cronograma de reembolso, a partir do término de carência, em prestações crescentes de acordo com a real capacidade de pagamento da empresa. Em São Paulo, o ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, disse que a concessão de anistia aos pequenos e médios empresários causaria um "rombo" nos cofres do Tesouro Nacional de Cz$500 bilhões (JB) (FSP).