TERCEIRO LEILÃO DA DÍVIDA CONVERTE US$125,7 MILHÕES

Com deságio de 22% na área livre e 0,5% na área incentivada, foi realizado ontem, na BVRJ (Bolsa de Valores do Rio de Janeiro), o terceiro leilão de conversão da dívida externa em investimentos de risco promovido pelo Banco Central, sem alcançar o teto de US$150 milhões previstos para conversão. Apenas US$50,7 milhões foram arrematados na área incentivada e US$75 milhões na área livre, perfazendo um total de US$125,7 milhões convertidos. O resultado na área livre foi o seguinte: corretoras JPM (Morgan), US$17,5 milhões convertidos; Unibanco, US$14,7 milhões; FNC, US$14,5 milhões; Reserva, US$4,1 milhões; Novo Norte, US$2,2 milhões; Safra, US$4 milhões; Sodril, US$900 mil; Planibanco, US$300 mil; Prime, US$300 mil; Incaf, US$1,1 milhão; Boavista, US$500 mil; e Multiplic, US$400 mil. O resultado na área incentivada foi o seguinte: corretora Bozano, US$5 milhões convertidos; Guilder, US$10,7 milhões; Mogliano, US$700 mil; Cofinco, US$15 milhões, Novo Norte, US$2,5 milhões; Tendência, US$11 milhões; Digibanco, US$3 milhões; e FNC, US$2,6 milhões (FSP).