O TFR (Tribunal Federal de Recursos) negou ontem "habeas-corpus" para o médico Antônio Paulo Crivano, do Rio de Janeiro, preso por vender a hospitais sangue contaminado com o vírus da hepatite e da AIDS (Síndrome de Imunodeficiência Adquirida), colhido no centro de hematologia de sua propriedade. O médico está preso na Polícia Federal. Segundo a PF, o sangue contaminado era vendido aos hospitais Quarto Centenário, São Bernardo e Evangélico (O Globo).