O abandono das diretrizes educacionais e a orientação para que se retome o cacete pedagógico como instrumento de trabalho diário são as principais denúncias feitas por nove funcionários da Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor (FEBEM) sobre a atual situação de crise da instituição, em São Paulo. O documento foi encaminhado à direção da FEBEM, Igreja, partidos políticos, movimentos populares e imprensa (FSP).