O reordenamento do Sistema Financeiro Nacional deve começar efetivamente em julho, com a implantação do plano de contas único, através do qual será simplificada a contabilidade das diversas instituições que operam no mercado financeiro, reduzindo de 3 mil para cerca de 600 as rubricas contábeis. A racionalização das contas será o primeiro passo para a criação do banco múltiplo, que será realizada "com ou sem os recursos do Banco Mundial (BIRD)", segundo afirmou o diretor de Fiscalização do Banco Central, Tupy Caldas Moura, que acaba de retornar de Washington, onde obteve a promessa de financiamento da ordem de US$2 bilhões para os projetos que consolidará a reforma do Sistema Financeiro Nacional (JC).