O ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, disse ontem que o governo economizará Cz$109 bilhões com a retirada do subsídio ao trigo, mas, de qualquer forma, o governo ainda gastará Cz$219 bilhões com aquisições do produto e com os custos da comercialização, ainda este ano. O ministro disse ainda que o corte do subsídio deverá ser completado com a privatização de comercialização do produto, hoje centralizada no Banco do Brasil, que faz a compra do trigo junto aos produtores e o distribui para os moinhos credenciados (JC).