Dezoito garimpeiros morreram em março ao mergulharem no Rio Madeira, no Estado de Rondônia, aumentando para mais de 2 mil o número de mortos em acidentes provocados pela falta de conhecimentos técnicos, material inadequado para mergulho e sabotagem por causa da competição. Esses dados foram revelados em informe especial do Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Atividades Subaquáticas que já realizou várias viagens de inspeção à área do garimpo. Segundo o relatório assinado pelo presidente do sindicato, Mário Jorge Cerveira Reis, nos piores meses de cheia do rio, entre dezembro e junho, costuma-se registrar até a média de três garimpeiros mortos por dia (FSP).