O presidente da CHESF (Companhia Hidrelétrica do São Francisco), José Carlos Aleluia Costa, disse que considera Iminente" a paralisação das obras da usina de Xingó, situada na divisa dos Estados de Sergipe e Alagoas. Segundo ele, o governo federal vem descumprindo o cronograma de liberação de recursos para Xingó através do qual a CHESF receberia cerca de Cz$2 bilhões a cada mês. De acordo com ele, sem recursos e comprometida com uma dívida global de US$3,4 bilhões, a CHESF não está pagando os empreiteiros das obras do Xingó, com a dívida alcançando um total próximo de Cz$4,5 bilhões, o que deve elevar-se, em razão da correção monetária do período, para cerca de Cz$6 bilhões em maio próximo (GM).